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Imersão ao vivo • 30/09 às 19:00

Ei Terapeuta,
você sabe avaliar TEA em adultos?

Essa demanda já está chegando até você — só que, até agora, ela chegou como mãe ou pai dos seus pacientes.

Você já escutou alguma dessas frases?

“Nossa… eu fazia exatamente isso quando era criança.”

“Isso eu faço até hoje.”

“E no adulto… você também avalia?”

Uma imersão prática para compreender como estruturar a investigação do Autismo na vida adulta, integrar história clínica, critérios diagnósticos e instrumentos — com atenção especial aos casos que podem passar anos despercebidos.

⚠️ Evento online e ao vivo.
📅 30 de setembro de 2026
🕖 19:00 · horário de Brasília
Garantir meu ingresso 1º lote
1ºR$49,90
2ºR$69,90
3ºR$89,90
💻 Online e ao vivo
🎟️ 1º lote · R$49,90
Fernanda Dresch
A pergunta que muda tudo“Você também avalia adultos?”
TEA na vida adulta
Entenda o que muda quando a investigação acontece depois dos 18 anos.
Raciocínio clínico
História do desenvolvimento, critérios do DSM-5-TR, instrumentos e integração dos dados.
Um olhar que pode ter faltado por anos
Com atenção especial ao TEA em mulheres adultas e às estratégias de camuflagem.
Talvez isso já tenha acontecido com você

A avaliação começa na criança. Mas, de repente, um adulto começa a se reconhecer.

É uma cena simples de consultório — e justamente por isso ela pode passar despercebida.

Você pergunta sobre um comportamento.

“Eu fazia isso quando era criança.”

Você avança na investigação.

“Na verdade… faço isso até hoje.”

E então vem a pergunta.

“Você também avalia adultos?”

A demanda pode já estar aí

O adulto nem sempre chega dizendo: “acho que sou autista”.

Às vezes ele chega como pai. Como mãe. Como familiar de uma criança que você já está avaliando.

✕ Repetir o protocolo infantil

A avaliação na vida adulta exige reconstrução da história do desenvolvimento e análise do funcionamento atual.

✕ Esperar um caso “óbvio”

Estratégias compensatórias e camuflagem podem tornar algumas apresentações menos evidentes.

✕ Confiar em uma escala isolada

Instrumentos são parte da investigação. Não substituem integração clínica e critérios diagnósticos.

✕ Confundir identificação com diagnóstico

O adulto se reconhecer nas características da criança é uma pista possível — não uma conclusão diagnóstica.

Virada de chave

TEA não começa aos 18. O que muda é a história que você precisa reconstruir.

Na vida adulta, você precisa olhar para infância, adolescência, relações sociais, comunicação, padrões de comportamento, funcionamento ocupacional, estratégias de adaptação e prejuízos — integrando essas informações aos critérios diagnósticos e aos instrumentos adequados.

Avaliar adulto não é trocar a idade no protocolo.

É aprender a investigar uma história de neurodesenvolvimento que pode ter passado anos sem ser compreendida.

NeuroppAvalia
Fernanda Dresch
Um dos pontos centrais do encontro

E quando essa pessoa passou a vida inteira aprendendo a parecer que estava tudo bem?

Na avaliação do TEA em adultos, especialmente em mulheres, a apresentação pode não corresponder ao estereótipo que muita gente aprendeu a reconhecer. Por isso, história clínica, desenvolvimento, estratégias compensatórias, critérios diagnósticos e múltiplas fontes de informação precisam conversar entre si.

O que você vai aprender

Uma imersão para organizar seu raciocínio na avaliação do TEA em adultos.

Você não vai sair apenas com uma lista de escalas. Vai entender o que precisa ser investigado e como as informações entram no raciocínio avaliativo.

✓ TEA na vida adulta

Como características do neurodesenvolvimento podem ser reconstruídas e investigadas depois dos 18 anos.

✓ História do desenvolvimento

O que buscar na infância, adolescência e trajetória do adulto.

✓ Critérios diagnósticos

Como organizar a investigação à luz do DSM-5-TR sem transformar critérios em checklist final.

✓ Avaliação multimétodo

Como integrar entrevista, história clínica, informantes, observação e instrumentos.

✓ TEA em mulheres adultas

Um olhar para apresentações menos óbvias, camuflagem e estratégias compensatórias.

✓ Integração dos dados

Como sair de informações soltas para construir raciocínio clínico e sustentar a conclusão.

Para quem é esta imersão

Para profissionais que atendem neurodesenvolvimento e querem ampliar o olhar para a vida adulta.

Especialmente para quem já atende crianças e adolescentes e começou a perceber que as histórias dos pais também levantam perguntas.

Neuropsicopedagogas e psicopedagogas

Que querem compreender a lógica da investigação do TEA na vida adulta dentro dos limites de sua atuação profissional.

Psicólogas, fonoaudiólogas e profissionais afins

Que trabalham com neurodesenvolvimento e desejam aprofundar esse raciocínio conforme suas habilitações profissionais.

Quem já ouviu essa pergunta

“Você também avalia adultos?”

Da próxima vez

Quando alguém perguntar “Você também avalia adultos?”… qual resposta você quer dar?

Dia 30 de setembro, vamos começar pelo TEA — e mostrar como essa investigação muda quando o paciente já chegou à vida adulta.

Garanta antes da virada do lote

Seu primeiro passo para aprender a avaliar TEA em adultos.

O 1º lote começa em R$49,90. Quando o lote virar, o valor sobe.

Valor inicial — 1º lote
R$49,90
1º lote
R$49,90
2º lote
R$69,90
3º lote
R$89,90
📅 30/09/2026 · 🕖 19:00 (Brasília) · 💻 Online e ao vivo
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